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Uma família ingleza Scenas da vida do porto

Chapter 9 foi, hontem mesmo, despachado para esse logar

Word Count: 824    |    Released on: 06/12/2017

ram algumas phrases, em taes casos for?osamente tolas; farto

rlos; porém Carlos ainda ralhou m

e generosos como o de Carlos, o que quer que seja que di

o irm?o de Jenny e

encontro um homem gordo, baixo e córado, q

a escu

bem?-disse o

espondeu ao

iptorio de v. s.a; mas nem v. s.a nem o senhor se

tretido a olhar para o la?o d

que fiz aquelle carregamento

ffirmativo, e passou a examinar o bot

mezes... um meu correspondente de Braga me pediu... Eu n?o

sse Carlos, se

isto é, eu é que sou padrinho do filho d'elle, uma crean?a de treze annos, que es

assob

a que elle me escreveu;-proseguiu o homem, procurando-a no

escriptos, ordens, letras, contas, recibos... dize

carta?... N?o é isto... Isto é o escripto de arrendamento da minha casa do Forno Velho... Isto é... Que S. Pedro é isto?... Ah! a carta do M

Carlos, dando dois pas

guindo-o-Ah! achei; cá está a carta!-exclamou, se

espondeu este, te

ommenda??es, que me manda. A comadre...-é a mulher d'elle-recommenda-se á snr.a D. Maria do Ca

se Carlos, já impac

o homem, sorrindo á

demorar-me-acrescentou Carlos, f

tal, tal, tal... sim, senhores...-?A festa do Bom Jesus este anno promette

a, que esto

o...-?A camara municipal foi reeleita, como sab

á n?o po

que tenho eu com isso

seguro n?o quer pagar os prejuizos do incendio da minha

ompendo de todo com o

triumphantemente-Cá está...-Aquella e

eio de baixios, da carta do seu correspondente, Carlos vendo uma galante costureira, qu

, minh

ga respo

onheceu hont

o est

e toda a sisuda classe commercial, que ao

rta do compadre, e afastou-se

proximaram-se. A

os por occupa??es analogas ás que descre

negocios na Pra?a Commerc

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Uma família ingleza Scenas da vida do porto
Uma família ingleza Scenas da vida do porto
“Uma família ingleza Scenas da vida do porto by Júlio Dinis”
1 Chapter 1 ESPECIE DE PROLOGO, EM QUE SE FAZ UMA APRESENTA O AO LEITOR2 Chapter 2 MAIS DUAS APRESENTA ES, E ACABA O PROLOGO3 Chapter 3 NA AGUIA D'OURO4 Chapter 4 UM ANJO FAMILIAR5 Chapter 5 UMA MANH DE MR. RICHARD6 Chapter 6 AO DESPERTAR DE CARLOS7 Chapter 7 REVISTA DA NOITE8 Chapter 8 NA PRA A9 Chapter 9 foi, hontem mesmo, despachado para esse logar 10 Chapter 10 NO ESCRIPTORIO11 Chapter 11 JENNY12 Chapter 12 CECILIA13 Chapter 13 OUTRO DEPOIMENTO14 Chapter 14 VIDA PORTUENSE15 Chapter 15 IMMINENCIAS DE CRISE16 Chapter 16 VIDA INGLEZA17 Chapter 17 NO THEATRO18 Chapter 18 CONTAS DE CARLOS COM A CONSCIENCIA19 Chapter 19 CONTAS DE JENNY COM A CONSCIENCIA DE CARLOS20 Chapter 20 AGGRAVAM-SE OS SYMPTOMAS21 Chapter 21 MANOEL QUENTINO PROCURA DISTRAC ES22 Chapter 22 O QUE VALE UMA RESOLU O23 Chapter 23 EDUCA O COMMERCIAL24 Chapter 24 DIPLOMACIA DO CORA O25 Chapter 25 EM QUE A SENHORA ANTONIA PROCURA ENCHER-SE DE RAZ O26 Chapter 26 TEMPESTADE DOMESTICA27 Chapter 27 INEFFICAZ MEDIA O DE JENNY28 Chapter 28 O MOTIVO MAIS FORTE29 Chapter 29 FORMA-SE A TEMPESTADE EM OUTRO PONTO30 Chapter 30 OS AMIGOS DE CARLOS31 Chapter 31 PESO QUE PóDE TER UMA LEVIANDADE32 Chapter 32 O QUE SE PASSAVA EM CASA DE MANOEL QUENTINO33 Chapter 33 OS CONVIVAS DE MR. RICHARD34 Chapter 34 EM HONRA DE JENNY35 Chapter 35 MANOEL QUENTINO ALLUCINADO36 Chapter 36 A SENTEN A DO PAE37 Chapter 37 A DEFEZA DA IRM 38 Chapter 38 COMO SE EDUCA A OPINI O PUBLICA39 Chapter 39 JUSTIFICA O DE CARLOS40 Chapter 40 COR A-SE A OBRA