vingan?a
grando Douro ac
rqueiro, n?o sem haver arrancado de si mesmo, com
zia isto! disse ell
-se para o
do nosso pobre exercito,
vae para lá o inferno, t?o certo como ser hoje 19
bes mai
iro relanceando um olhar de medo ao
omprehendeu-o,
bito n?o faz o monge? Aquelle soldado
! repetiu o
a que é... muda, disse sorrind
ente os olhos de Rosina Regnau, que encontrára n'esse momento, melhor ai
am hontem fogo á villa d'Amarante. Hoje de manh? havia uma prociss?o de gente que vinha fugida d
da os Portug
?o lembra agora! Elle tem as
ntou com ancieda
veira, deturpo
m os primeiros alvor
das margens, alanceada, porventura, de v
o barqueiro apontando para o sol nascent
barqueiro por uma fina intui??o de mulher apaixonada,
o arrependiment
camente com um gesto negativo
um soldado francez, s?o capazes de fazer fogo contra todos nós. Os diabos o jur
eramente Gra?a Strech.-Tens r
osina, traduziu o pen
er, observou o Tunante de Pé-de-Moira, com certo orgulho alegre
?a Strech, acceitou o offer
de poder fazer conc
trapos, que n?o valem nada. Assi
ambulancia e tirou com presteza o seu corpete,{74} s
erguntou Gr
hombros, como se aquelle
agua o
ntrámos n'este barco! Quererá tomar a serio o gracejo da sua m
te, me sinto preoccupada ao estudar
. n?o
bo do mar, era aquelle um mysterio impenetravel. Podia acaso acreditar que fosse realmente ali, em companhia d'um portuguez, uma mulher franceza, que lan?ára ao rio um
storia diz que, pouco depois da invas?o, o marechal Soult se vira fechado n'um circulo de cariciosas sympathias, e que eram rasgados os salamaleques dos que já se presumiam aulicos de D. Nicolau I. A historia refere que semelhantemente alguns foram os cora??es que se renderam á prepotencia de Junot, e que era contr
zes, e, se houvera adquirido maior conhecimento dos homens e das coisas, saberia que primeiro se verga ao tuf?o das paix?es a pa
ptuosidade, embalada nos bra?os vaporosos do vendaval, que s?o o
co está corroido pelos vermes ou
tinham as entranhas comidas pelas serpes da perf
que vae ser arrastada para longe do seu torr?o natal
nte lhe pungisse no cora??o uma vaga saudade das Ardennas; era finalmente um sentimento
o antes, se banquetearam e valsaram, no theatro de S. Carlos, em
m tablado a nivelar-se com o palco, o general Margaron, que fazia as honras da casa. Ao fundo da scena havia trez cadeiras de bra?os, que se conservaram devolutas até á chegada de Junot, e
uguezas. Ent?o come?ou o delirio da valsa, que rodou em circulos vertiginosos pela sala, até que a meio do tablado se abriu uma tenda de campanha, onde se serviu a cei
itado José Accursio das Neves-e espreitavam dos camarotes as viandas e as esp
de barril ao hombro, medida preventiva ordenada por Junot, para acudir
?o funccionaram por serem per
eatro de S. Carlos, na noite de 8 de junho de 1
orante
e do barqueiro, sen?o que para desculpar o cora??o e a mocidade da po
meu: era acompanhal-o. Bem; aqui vou ao pé de si. Mas depois? mas ámanh?? mas sempre? Procurar o exercito francez era entregar-me á morte. Seguir o exercito portuguez era denunciar-me no primeiro momento em que me ouvissem falar. E os resultados d'essa imprudencia facilmente se imaginam... Seriam tambem a morte... N?o, n?o, eu quero viver, preciso de viver, com o senhor e como o senhor. Viverá para a sua vingan?a; eu viverei para o meu... amor. Sim, pode acreditar na verdade d'esta palavra, aqui, a esta hora, depois, de eu haver ati
rech que
atalh
e elle obedece-lhe. O senhor diga-me tambem: ?Rosina Regnau, n?o te esque?as de que eu sou para ti o cego das Ardennas, o pobre Hubert?. Bem sabe que quando ha guerra n?o é difficil a gente enco
urou Gra?a Strech, pr
alhou-o
eu n?o poderei{78} voltar-me sequer, porque a louca será ao mesmo passo surda e muda. Se porém o calor da lucta n?o só fizer que se enfastie de mim, mas tambem que me odeie, como a pri
que a... amo. E quem diria, Rosina, quem o diria ha t?o pouco tempo ainda! Como é feito o cora??o do homem! O
elirantemente. N?o quero saber quem a
??o era o mais puro amor que ha na terra... A pessoa a qu
. Bem vê que o sentimento que esse annel lh
a! S?o d'ella tambem estas carta
s ente
. N?o as e
pessoa que possuia o annel? Que sua irm? lhe escrevesse
va este nome. O annel, cujo segredo n?o acredita, é{79} um legado de sangue... Sim, eu amo-a, mas nunca me pe?a mais do que eu lhe posso dar. Nunca me pe?a compaix?o, clemencia... Era impossivel! Sobre este annel jurei vingar-me. Bem vê que é delgado, fino, como o dedo que cingia. Pois elle é a unica barreira que póde haver entre mim e Rosina, quero dizer, o unico obstaculo que lhe prohibe a plena posse do meu cora??o... Viverei, sim, entre este annel e Rosina; entre a minha vingan?a e o meu
mesmo tempo que energica n?o era a alma d'esse homem! Cada vez o amava mais por que cada vez lhe parecia maior. E todavia, entre elles, t?o germanados pela impetuosidade dos sentimentos e pela virilidade do animo, medeava uma barreira, posto
, onde o barqueiro saltou em terra para ir buscar o fato promettido. Antes d'
s fi
ro. Por elles me exponho á m
s que n?o dirás a ninguem pala
senho
o o dinheiro que
h, saltando á margem, dizia
Amar
só tivesse sorrisos e
era aquelle o
iz inteiro. Immediatamente se assenhorearam de Valen?a e Vianna, tentando simultan
Silveira. Appareceu porém, refor?ada, no dia 15, travando combate em Manhufe e Villa Me? durante trez dias para dar tempo a socc
m rapido e habil movimento sobre Amarante. Os portuguezes o
fogo, na noite de 18, a toda a villa. A crueza do inimigo mais pareceu ati?ar a coragem dos nossos, cuja re
Amarante, á hora em que deixamos Gra?a Strech e
, encarecia no seguinte soneto a gloria do general Silveira, cuja tactica elle p
de fumo
enluta as ma
canh?o qua
lgum ter, fuzi
a outro lad
ssas crueis
as antiga
o francez a
anhoes, na?
seguimos v
arago?a, ei
a em nós a Eu
mplo quadro
bro, Palafo
rario, se topasse o poeta a versejar em ociosa inactividade, havel-o ia empurrado, no seu vivissimo odio contra os f
nsar metricamente Silveira[8], houve tambem so
a agora ser augmentado com um soldado que ser
Tamega eram frias n'aquelle tempo. Os po
eal e antiquissima villa de Amarante?. etc
francezes em Portugal?, por José Ac
pelo padre mestre dr. fr. F. de
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