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O Annel Mysterioso, Scenas da Guerra Peninsular

Chapter 6 No.6

Word Count: 2688    |    Released on: 04/12/2017

sa do ac

sfor?o para t?o

r physica, parecia vergar a

r, volveu ainda um ultimo olhar aos trez cadaveres, e levantou por um instante a m?o de sobre o ferimento, apalpando o p

nta das Ch?s, e que elle conservára no seio duran

, amparado ao corrim?o, e conse

efrigerou o cerebro d'aquelle mo?o, em quem as mais v

, ferido, ce

se fez no decurso de sua vida, nun

ntindo já for?as e coragem para demorar-se ali, lu

pregnado d'humidade, reconheceu-se, no meio da cerrada escurid?o d'aqu

cidade invadida. N?o se enganou. Os cavallos que se aproximavam eram os d'uma ronda franceza. Gra?a Strech estava porém desarmado, ferido, impossibilitado do menor esf

está

ndido d'ouvir falar-lhe na

o portugue

dos cavalleiros ergueram o corpo de Gra?a Strech até a altura precisa

uou a eccoar na rua

dos invasores para com os invadidos n

a, puzera desde logo todos os seus cuidados em serenar os

aprendido na li??o da historia romana

ordens terminantes ás tropas para que, sob pena de austera correc??o mi

epois da invas?o, procurando insinuar-se na opini?o publica, abstendo-se de imp?r contribui?oes de guerra, n

org?o jornalistico, denominado Diario do Porto, porque a imprensa tem sido desde tempos imme

equer, da linguagem empregada no supracitado diario.

passassem a outras m?os, e foi particular predilec??o da Divina Providencia, que impera sobre o universo, o ter-nos enviado um homem isento de paix?es, e que só tem a da verdadeira gloria; que se n?o quer servir da for?a, que o grande Napole?o lhe confiou, sen?o para nos proteger e livrar-nos do monstro da anarchia, que amea?ava devorar-nos. As palavras que elle nos dirigiu, e as promessas que nos fez[5], desde que entrou n'esta cidade, tudo se tem cumprido á risca, muito mais do que o poderiamos esperar, e do que as circumstancias pareciam promettel-o: porque tardamos, pois, em congregar-nos ao redor d'elle, a proclamal-o nosso pae

ia 25 d'abril uma deputa??o composta de trinta e seis membros do clero, nobreza e povo, a pedir ao marechal que se dignasse fa

o, constituida por todas as autoridades civis, clero, deputados, nobreza, cidad?os, corp

ajudantes de ordens do marechal Soult. Foi o general de divis?o Quesnel, investido nas func??es de governador militar do Porto e da provincia

ortugueza. Se nos n?o respeitámos, durante a invas?o, a boa policia de guerra, tambem a soldadesca franceza n?o respeitou, na victoria, os direitos individuaes. Saldada a divida, estavamos quites. Para a atrocidade, filha da revolu??o, a represalia, irm? do triumpho. A attitude do Porto, depois de vencido, e em presen?a do cavalheiroso procedimento de Soult, devia

va porém encimado ainda pelas armas da na??o! Se n?o se podia

?es, e é uma pro

faz fraca

ao rei, que já hoje é do tumulo, e que no triste curso de sua att

ech, que deixámos ferido em

pitaes improvisados, era feito, por ordem do marechal Soult, pelas mulheres que acompanhavam o exercito invasor. Uma d'ellas, conhecida entre os seus pela alcunha de lá gentille v

menor contra??o n'aquelle corpo athletico; por entre os labios, descórados e immoveis, n?o se coava um gemido. Verdade era que n?o era desesperado o ferimen

. Como, porém, de uma das vezes o visse febrilmente apalpar o peito, comprehendeu-o, e, tirando do forro da fardeta, que lhe tinha despido, o ma?o de papeis, insinuou-lh'o entre as m?os. O ferido, conhecendo-o p

e do soldado, que tinha porventura a sua mesma idade, e parecia guardar n'aquelles pape

sentir desejos de sabe

o francez, natural das Ardennas, aquella vasta floresta, Arduenna sylva, golpeada por quatro rios, o Semoy, o Lesse, o Ourthe

ca em que o exercito francez estava em continua mobilisa??o, achou que o m

imperador Francisco. Nos breves instantes de repouso que n'essa arriscada campanha tinha o exercito francez, era sempre Rosina o assumpto das conversa??es do acampamento, a mariposa inquieta que passava sorrindo

e, Rosina? pergun

ndeu ella, porque já

a de Austerlitz, onde estiveram os dois imperadores

eu ninho. Estes poucos fizeram o todo. Tinha a pureza da vegeta??o virgem, a suavidade inculta da floresta, e ao mesmo passo o destemor da vivandeira, a f

a vivandeira. Respeitava-a todo o re

itz, ella acompanhou-o com os camaradas á sepultura, e, como l

ina, tu, a que viste

ndo-se de sub

eu, chora

odos a estimavam a ponto de querer adoptal-a. Por fim d

os. Serei portanto de hoje em deante filha do regimento.

sim

es dizia que a sua morte havia d

esma facilidade com que iria, licenciada pelo comma

s, e estava em todo o vigo

or isso lhe chamavam

uthorgavam os superiores. Era ella o melhor intercessor do regimento; requerimento que

mais breve que a historia de Ros

u ao velho camarada, no momento de confiar-lhe a filha, que lhe entregasse aquella madeixa que elle

s apparecessem já grisalhos, a

lles embranqueceram a pe

s marejados de lagrima

ver vida, o paiol n?o ha de arder. Depois que vier a me

antes, saltára ao jardim de uma casa da rua das Tournelles, para receber dos bra?os

ella nos bra?os o boulevard da

me velho e levo aqui esta crean?a mais como pae do que como av?. E todavia

a, precisasse de nobilitar-se com um appellido, o pae, ao invés do que acontece em todas a

: Rosin

rno. Era a filha do regimento. Chamava-se

ermeira do nos

ia á proclam

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O Annel Mysterioso, Scenas da Guerra Peninsular
“O Annel Mysterioso, Scenas da Guerra Peninsular by Alberto Pimentel”