sa do ac
sfor?o para t?o
r physica, parecia vergar a
r, volveu ainda um ultimo olhar aos trez cadaveres, e levantou por um instante a m?o de sobre o ferimento, apalpando o p
nta das Ch?s, e que elle conservára no seio duran
, amparado ao corrim?o, e conse
efrigerou o cerebro d'aquelle mo?o, em quem as mais v
, ferido, ce
se fez no decurso de sua vida, nun
ntindo já for?as e coragem para demorar-se ali, lu
pregnado d'humidade, reconheceu-se, no meio da cerrada escurid?o d'aqu
cidade invadida. N?o se enganou. Os cavallos que se aproximavam eram os d'uma ronda franceza. Gra?a Strech estava porém desarmado, ferido, impossibilitado do menor esf
está
ndido d'ouvir falar-lhe na
o portugue
dos cavalleiros ergueram o corpo de Gra?a Strech até a altura precisa
uou a eccoar na rua
dos invasores para com os invadidos n
a, puzera desde logo todos os seus cuidados em serenar os
aprendido na li??o da historia romana
ordens terminantes ás tropas para que, sob pena de austera correc??o mi
epois da invas?o, procurando insinuar-se na opini?o publica, abstendo-se de imp?r contribui?oes de guerra, n
org?o jornalistico, denominado Diario do Porto, porque a imprensa tem sido desde tempos imme
equer, da linguagem empregada no supracitado diario.
passassem a outras m?os, e foi particular predilec??o da Divina Providencia, que impera sobre o universo, o ter-nos enviado um homem isento de paix?es, e que só tem a da verdadeira gloria; que se n?o quer servir da for?a, que o grande Napole?o lhe confiou, sen?o para nos proteger e livrar-nos do monstro da anarchia, que amea?ava devorar-nos. As palavras que elle nos dirigiu, e as promessas que nos fez[5], desde que entrou n'esta cidade, tudo se tem cumprido á risca, muito mais do que o poderiamos esperar, e do que as circumstancias pareciam promettel-o: porque tardamos, pois, em congregar-nos ao redor d'elle, a proclamal-o nosso pae
ia 25 d'abril uma deputa??o composta de trinta e seis membros do clero, nobreza e povo, a pedir ao marechal que se dignasse fa
o, constituida por todas as autoridades civis, clero, deputados, nobreza, cidad?os, corp
ajudantes de ordens do marechal Soult. Foi o general de divis?o Quesnel, investido nas func??es de governador militar do Porto e da provincia
ortugueza. Se nos n?o respeitámos, durante a invas?o, a boa policia de guerra, tambem a soldadesca franceza n?o respeitou, na victoria, os direitos individuaes. Saldada a divida, estavamos quites. Para a atrocidade, filha da revolu??o, a represalia, irm? do triumpho. A attitude do Porto, depois de vencido, e em presen?a do cavalheiroso procedimento de Soult, devia
va porém encimado ainda pelas armas da na??o! Se n?o se podia
?es, e é uma pro
faz fraca
ao rei, que já hoje é do tumulo, e que no triste curso de sua att
ech, que deixámos ferido em
pitaes improvisados, era feito, por ordem do marechal Soult, pelas mulheres que acompanhavam o exercito invasor. Uma d'ellas, conhecida entre os seus pela alcunha de lá gentille v
menor contra??o n'aquelle corpo athletico; por entre os labios, descórados e immoveis, n?o se coava um gemido. Verdade era que n?o era desesperado o ferimen
. Como, porém, de uma das vezes o visse febrilmente apalpar o peito, comprehendeu-o, e, tirando do forro da fardeta, que lhe tinha despido, o ma?o de papeis, insinuou-lh'o entre as m?os. O ferido, conhecendo-o p
e do soldado, que tinha porventura a sua mesma idade, e parecia guardar n'aquelles pape
sentir desejos de sabe
o francez, natural das Ardennas, aquella vasta floresta, Arduenna sylva, golpeada por quatro rios, o Semoy, o Lesse, o Ourthe
ca em que o exercito francez estava em continua mobilisa??o, achou que o m
imperador Francisco. Nos breves instantes de repouso que n'essa arriscada campanha tinha o exercito francez, era sempre Rosina o assumpto das conversa??es do acampamento, a mariposa inquieta que passava sorrindo
e, Rosina? pergun
ndeu ella, porque já
a de Austerlitz, onde estiveram os dois imperadores
eu ninho. Estes poucos fizeram o todo. Tinha a pureza da vegeta??o virgem, a suavidade inculta da floresta, e ao mesmo passo o destemor da vivandeira, a f
a vivandeira. Respeitava-a todo o re
itz, ella acompanhou-o com os camaradas á sepultura, e, como l
ina, tu, a que viste
ndo-se de sub
eu, chora
odos a estimavam a ponto de querer adoptal-a. Por fim d
os. Serei portanto de hoje em deante filha do regimento.
sim
es dizia que a sua morte havia d
esma facilidade com que iria, licenciada pelo comma
s, e estava em todo o vigo
or isso lhe chamavam
uthorgavam os superiores. Era ella o melhor intercessor do regimento; requerimento que
mais breve que a historia de Ros
u ao velho camarada, no momento de confiar-lhe a filha, que lhe entregasse aquella madeixa que elle
s apparecessem já grisalhos, a
lles embranqueceram a pe
s marejados de lagrima
ver vida, o paiol n?o ha de arder. Depois que vier a me
antes, saltára ao jardim de uma casa da rua das Tournelles, para receber dos bra?os
ella nos bra?os o boulevard da
me velho e levo aqui esta crean?a mais como pae do que como av?. E todavia
a, precisasse de nobilitar-se com um appellido, o pae, ao invés do que acontece em todas a
: Rosin
rno. Era a filha do regimento. Chamava-se
ermeira do nos
ia á proclam
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