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Falling into Your Arms

Flash Marriage To My Best Friend's Father

Flash Marriage To My Best Friend's Father

Madel Cerda
I was once the heiress to the Solomon empire, but after it crumbled, I became the "charity case" ward of the wealthy Hyde family. For years, I lived in their shadows, clinging to the promise that Anson Hyde would always be my protector. That promise shattered when Anson walked into the ballroom with Claudine Chapman on his arm. Claudine was the girl who had spent years making my life a living hell, and now Anson was announcing their engagement to the world. The humiliation was instant. Guests sneered at my cheap dress, and a waiter intentionally sloshed champagne over me, knowing I was a nobody. Anson didn't even look my way; he was too busy whispering possessively to his new fiancée. I was a ghost in my own home, watching my protector celebrate with my tormentor. The betrayal burned. I realized I wasn't a ward; I was a pawn Anson had kept on a shelf until he found a better trade. I had no money, no allies, and a legal trust fund that Anson controlled with a flick of his wrist. Fleeing to the library, I stumbled into Dallas Koch-a titan of industry and my best friend's father. He was a wall of cold, absolute power that even the Hydes feared. "Marry me," I blurted out, desperate to find a shield Anson couldn't climb. Dallas didn't laugh. He pulled out a marriage agreement and a heavy fountain pen. "Sign," he commanded, his voice a low rumble. "But if you walk out that door with me, you never go back." I signed my name, trading my life for the only man dangerous enough to keep me safe.
Romance CEOBillionairesAge GapOne-night Stand
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- Paola, por favor, você pode vir até aqui? – interfonou seu chefe de seu luxuoso escritório.

- Sim – respondeu – já estou indo.

Paola se dirigiu ao elevador imaginando qual loucura seu chefe ia pedir para ela fazer dessa vez.

Bateu à porta do escritório e foi recebida com um sorriso que a deixou alarmada.

“Ele sempre sorri quando quer que eu faça uma loucura ou uma idiotice”, pensou.

- Senhor, em que posso lhe ser útil dessa vez?

Beto começou a falar com empolgação, e, enquanto ele falava, Paola pensava em como se dava bem com ele e com sua esposa. Mantinham um relacionamento não de patrão-empregado, mas sim de amizade.

- E então, Paola, aceita?

Sem ter prestado atenção em uma única palavra que o patrão falou, Paola enrubesceu.

- Desculpe Beto, mas aceitar o quê?

- Paola! Pelo visto não escutou nada do que eu te falei! Vou trazer um grupo de dança de Buenos Aires para a inauguração da sucursal do jornal, e quero que você sirva de guia para eles.

- Mas por que eu?

- Porque você é minha melhor funcionária, está comigo desde o início, é de minha confiança, conhece como ninguém esta cidade e sabe falar o idioma deles.

- Mas e meu trabalho? Ficará acumulado, eu não vou ter tempo de fazer a editoração do jornal se servir de guia turística para seu grupinho de dança.

- Paola, você é a única que pode tomar decisões aqui no jornal sem ter meu aval, você é a única que tem carta branca para fazer o que bem quiser aqui dentro sem sequer pedir permissão para mim ou para qualquer outro membro da diretoria, eu só posso delegar essa tarefa a você. Você entende como essa inauguração será importante para mim, para o jornal e até mesmo para você?

Paola nada falou, apenas ficou olhando seu patrão. Sabia que ele confiava muito nela, mas nunca imaginou que confiasse tanto assim.

- E então, o que me diz?

- Tudo bem, já que você colocou nesses termos... Mas, quando eles chegarão?

- Amanhã pela manhã.

- Amanhã? E posso saber por que você não me falou antes?

- Porque não tinha motivo. Mas, vamos ao que realmente interessa. Vou te dar todas as informações necessárias sobre o grupo, o resto eu sei que você saberá o que fazer. Até o dia da inauguração eles irão se apresentar em localidades próximas, e é claro, você irá com eles.

- E onde eles ficarão hospedados?

- No hotel mais luxuoso que existir aqui em Santa Maria. Não me importa que custe uma fortuna, mas quero que esse grupo tenha tudo o que for melhor. E se tiver qualquer contratempo é só me ligar que eu estarei vinte ao seu dispor, mas você terá que tomar todas as decisões.

Paola fez uma careta o que fez Beto rir.

- Um dia, Paola, você ainda vai me agradecer muito por esse trabalho extra que estou pedindo para você fazer. Agora vá, pois antes de você ir buscá-los no aeroporto temos que terminar a edição de hoje. Daqui a umas três horas você volta aqui para que eu possa lhe dizer em que voo eles virão.

Paola saiu apressada e se encaminhou para sua sala. Sua secretária Camile esperava ansiosa.

- Então, qual a maluquice dessa vez?

- Você não vai acreditar... Ele vai trazer um grupo de Buenos Aires para a inauguração da sucursal e eu terei que bancar a guia turística desse grupo.

- Eu bem que tenho te avisado que você dá muita moleza pra ele. Você não sabe dizer um não...

- Você tem razão, Camile, mas eu não posso abandoná-los, eles me estenderam a mão quando eu mais precisei, agora é a hora de eu retribuir.

- Você e esse seu senso de dever...

- Não se preocupe, acho que será até divertido. Agora vamos parar de conversar, pois tenho muito que fazer antes de ir buscar o tal grupo amanhã de manhã no aeroporto.

A correria naquele dia estava além do normal, pois Paola além de fechar a edição como sempre fazia, ainda tinha que deixar tudo encaminhado para as próximas edições que ela não estaria para fazer.

- Pietro, você sabe como o Beto é exigente com esse jornal, nossos empregos estão em risco se você fizer qualquer coisa errada.

- Não se preocupe, eu não vou desapontá-la.

Já era madrugada quando Beto finalmente a liberou. Havia ouvido as mesmas informações várias vezes. Estava cansada. Precisava descansar para estar com uma boa aparência na hora de encontrar os dançarinos, mas teria apenas algumas horas, pois o grupo chegaria no primeiro voo da manhã.

Às seis horas o telefone tocou. Paola assustada pulou da cama e correu atender. Ainda estava meio sonolenta, mas mesmo assim foi atender.

- Alô, quem fala?

- Acorde, Paola, o avião chega daqui há uma hora!

- Ah, não amole, sabe que horas são?

- Sei. É hora de ganhar dinheiro. Se arrume rápido que em vinte minutos eu estarei aí.

- Vinte minutos? Por favor! No mínimo trinta... Quero tomar um banho e me arrumar.

- Tudo bem. Então, dentro de meia hora estarei aí. Esteja pronta.

Pôs o fone no gancho e fez uma careta.

- Como esse louco pode me acordar a essa hora e ainda limitar um tempo para eu me arrumar? Que petulância!

Mal humorada, tomou seu banho e se arrumou em tempo recorde. Pronta, foi falar com seus pais que dormiam tranquilos.

- Estou indo buscar aqueles argentinos no aeroporto.

- Com quem você vai?

- Não fique preocupada mãe, vou com o Beto. Só vim avisar que estou saindo. Durmam, ainda é muito cedo.

Quando saiu de casa Beto já a esperava.

- Mas que demora!

- Ainda não terminou o prazo que você deu. Ainda faltam quatro minutos.

- Ah, cale a boca e entre logo. Não quero me atrasar.

- Não precisa gritar seu mal-humorado.

- Paola, vou deixá-la no aeroporto, lá você pega um taxi, um carro de aluguel, um carro com motorista, você quem decide. Só trate muito bem aquele pessoal. Não deixe lhes faltar nada. E o hotel que eles ficarão é bom? Todas as despesas serão pagas pelo jornal. Vou te dar o cartão platina do jornal, use como quiser.

- Calma, eu reservei uma suíte no melhor hotel daqui, o Royalle Plazza, tenha certeza que eles não terão do que se queixar.

- Tudo bem, você tem carta branca para agir. Não precisa nem me ligar pedindo permissão. Confio em você, Paola, sei que não vai me decepcionar.

Chegaram ao aeroporto bem antes do voo, Beto fez o percurso todo em alta velocidade, apavorando Paola.

- Achei que ia morrer de tanto medo! Pra que correr tanto?

- Faltam só quinze minutos para o voo chegar.

- Você diz só quinze minutos? E se atrasar? O que farei até lá?

- Calma, calma, vá até o restaurante e tome um café. Talvez assim você fique menos mal-humorada.

Às sete horas o avião aterrissou. Para surpresa de Paola, pois não atrasou sequer um minuto.

No saguão do aeroporto Paola esperava com um cartaz nas mãos com o nome Flamingos escrito em letras negras.

Ao avistar um grupo que trajava roupas iguais, Paola presumiu que se tratava do seu grupo. E estava certa.

Viu um homem lindo, moreno, cerca de 1,80m, cabelo comprido amarrado num rabo-de-cavalo se aproximar dela.

- Bom dia. Sou Carlos, você deve ser a senhorita Paola.

Paola olhou para a mão que lhe era estendida sem conseguir se mover. Ele era lindo. Nem em seus sonhos havia encontrado um homem como ele.

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Paola foi convidada a ser guia de um grupo de dançarinos vindos de Buenos Aires para fazer a inauguração de uma sucursal do jornal onde trabalhava. Conheceu Carlos, o chefe do grupo, e por ele se apaixonou perdidamente, mas e ele, amava-a como ela merecia? Esse amor teria futuro ou duraria apenas en
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