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Apex Bloom

While I Was Bleeding Out, He Lit Lanterns For Her

While I Was Bleeding Out, He Lit Lanterns For Her

Katie Oettgen
As I lay on the floor of our manor, bleeding out from a ruptured ectopic pregnancy, I used my last ounce of strength to call my husband, Cole. I begged him for help, my vision blurring. But the only thing I heard was the clinking of champagne glasses and his mistress's giggle in the background. "Stop the drama, June," Cole snapped, his voice cold. "We're about to go on stage. Don't call again." He hung up, leaving me to die alone on the Persian rug while he accepted an award with another woman on his arm. I woke up in the hospital days later. My baby was gone. They had removed my fallopian tube. Cole finally arrived, smelling of expensive scotch and his mistress's perfume. He didn't hug me. He didn't cry. Instead, he leaned over my hospital bed, pressing his knee into the mattress until my fresh stitches tore open and bled. "You embarrassed me by calling an ambulance," he hissed. "My mistress, Alycia, says you're faking it. Clean yourself up." He left me bleeding again to go announce a $10 million donation to Alycia's "groundbreaking" medical research. I stared at the TV screen, numb. The research Alycia was taking credit for? It was mine. I wrote that patent years ago under a pseudonym. They thought I was just a poor, orphan housewife who needed Cole's money to survive. They had no idea I was actually a billionaire scientist hiding my identity. I pulled the IV needle out of my arm. A drop of blood fell onto the divorce papers I had been hiding. I didn't wipe it off. I signed my name right over it. Then I walked into the bank, reactivated my dormant account with $128 million, and bought the penthouse directly overlooking Cole's house. The mourning widow is dead. The avenger is born.
Romance CrimeRevengePregnancyEnemies to LoversPregnancyPersonal Growth
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Prólogo.

Após passar o dia fazendo as tarefas da casa, Mariane estava exausta. Ela comeu um pedaço do pão duro, tomou água e desceu para o porão.

Deitou num colchão fino sobre os paletes e se cobriu com uma colcha de retalhos. Quando finalmente fechou os olhos, foi atormentada pela mão com uma luva de película. Sempre tinha o mesmo pesadelo, mas naquela noite, ouviu uma voz feminina murmurar:

— Faça uma boa viagem, querida.

Mariane ergueu os olhos, mas a visão estava borrada; por isso, não conseguiu ver quem era.

— Não se preocupe com a sua filha. — A voz mansa ecoou enquanto Mariane tentava lutar contra o torpor dos tranquilizantes. — Prometo que vou ajudar Cian a cuidar da Maya.

Mariane moveu os lábios, mas as palavras não saíram. Logo, uma calma forçada a dominou.

Num solavanco, abriu os olhos e percebeu que o carro estava andando sozinho pela estrada acidentada. Ela se esforçou para segurar o volante e, antes da primeira curva fechada, pisou no freio. O pedal foi até o fundo, mas não funcionou. 

Fazendo um esforço descomunal, empurrou a porta e então foi lançada pra fora do carro em movimento. O corpo rolou pelo mato espinhoso, batendo em pedras, enquanto o veículo continuava até cair no desfiladeiro.

Mariane estava deitada de bruços, com o sangue escorrendo por seus olhos. Ela ainda podia ver as rodas do carro girando no abismo antes da explosão final.

— Cian, cuida da Maya — pediu antes de dar o último suspiro e ser tragada pela escuridão.

De repente, Mariane despertou e deu um solavanco no colchão sujo do porão, sentando-se bruscamente no porão, que era o seu cativeiro no último ano. O suor frio escorria por seu pescoço enquanto seus olhos percorriam a volta. Sentia como se tivesse renascido das cinzas. Aquela era a chance que precisava pra consertar tudo.

— Maya! — Os batimentos cardíacos estavam agitados quando sussurrou o nome da filha.

A amnésia, que antes era uma névoa protetora, se dissipou por completo. Ela passou as mãos trêmulas pelo rosto, sentindo as cicatrizes finas que o acidente deixou em seu rosto.

— Tentaram me matar... — murmurou para as paredes úmidas enquanto lágrimas brotavam de seus olhos. 

A dor da traição era imensa, mas ela só conseguia pensar na filha e no marido.

“Tenho que sair daqui”, falou consigo mesma, procurando uma saída.

O que Mariane não imaginava era que o marido estava no quarto deles, tentando apagar as lembranças dela sob o peso do corpo da babá de sua filha.

─── ⋆⋅☆⋅⋆ ───

Um ano antes...

— Eu quero a mamãe! — Um berro infantil rompeu o silêncio da mansão Verran.

O som veio da ala privada, onde Evelyne Mendes não podia entrar. Ela continuou esfregando o piso da ala oeste, curvada sobre o esfregão e o balde.

— Mamãe! — Desta vez, o grito desesperado da menina fez Evelyne engolir em seco.

Ela largou o esfregão ao lado do balde e correu. A porta estava somente encostada quando Evelyne viu a garotinha.

Maya era uma menina de cinco anos e estava jogada na cama, fazendo pirraça e chutando os lençóis.

Evelyne ignorou a governanta e entrou. A sua presença capturou a atenção da pequena Maya Verran no meio de um soluço.

— Querida, o que houve? — Evelyne se aproximou lentamente.

— Estava com saudades de você, mamãe... — Ao dizer, a menina olhou Evelyne através de uma cortina de lágrimas.

Maya passou as mãos pequenas no rosto. O choro não parou, mas diminuiu de intensidade quando a mulher se sentou na beirada da cama e deu um sorriso gentil.

Por um instante, o corpo da criança relaxou. Maya se inclinou para frente, encostando a cabeça em seu ombro. Os soluços diminuíram até virarem apenas ruídos respiratórios.

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Yana _ Shadow
"Você será a babá da minha filha e fará exatamente o que eu mandar." Evelyne Mendes sabia que entrar naquele quarto mudaria sua vida, mas não esperava se tornar o objeto de uma obsessão doentia. O CEO viúvo, Cian Verran, a olha como se pudesse trazer os mortos de volta à vida, e ela está disposta a
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