Eurico o presbytero
to da noite, que se alevanta do lado de Septum. Nesse ch?o tenebroso do oriente a tua imagem serena e lumin
melhid?o do pudor; o amiculo alvissimo da innocencia, fluctuando-lhe em volta dos membros, e
ou desenhada no vapor do crepusculo, tu n?o és para mim mais do que uma imagem
ndo abysmo do meu amor? Verias que esse amor do poeta é maior que o de nenhum homem; porqu
nctuario do meu cora??o, emquanto precisava de ajoelhar ante os
esabou, que eu me acol
o Calvario; quando a m?o inexoravel do sacerdocio soldou a cadeia da minha vida ás lage
estampada unicamente em minha alma e reflecte-se no céu do oriente através
i, ou, porventura, nem isso crês; porque para creres era p
sua, quem te aperte entre os bra?os, quem tivesse para dar a teu pae o pre?o do teu corpo e te comprasse
; a isto, que n?o é mais do que uma prostitui??o ab
ar louco pelas montanhas, uivando como o lobo esfaimado e tentan
tormento, que devo velar diante dos homens debaixo de aspecto tranq
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